Informações

Educação Infantil

Nossa Educação Infantil trabalha ludicamente com a socialização das crianças, procurando garantir experiências prazerosas e diversas por meio de atividades lúdico-educativas capazes de promover o despertar de suas capacidades.

Proposta Pedagógica

O Projeto Político Pedagógico da Sociedade Educacional da Taquara é norteado por uma visão humanística do ser e do mundo. A Escola segue as determinações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – EDB EM nº 9394/96 e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, para a Educação Infantil e para o Ensino Fundamental.

Acreditando ser o nosso aluno único, singular, dotado de habilidades diversas e especificamente moldado por um contexto familiar peculiar, procuramos implementar estratégias educativas/formativas que agucem suas potencialidades e despertem seu crescimento pessoal e sua visão crítica. Tudo isso sem perder de vista as regras que tornam saudáveis este processo grandioso chamado Ensino/Aprendizagem.

Projeto Temático Anual

Nossos Projetos Temáticos são planejados anualmente e permeiam todas as atividades desenvolvidas em cada Segmento durante todos os bimestres.

Os Projetos são escolhidos democraticamente e todas as Disciplinas buscam trabalhar seus conteúdos específicos de maneira interdisciplinar, o que, forçosamente, enriquece e torna provocante a dinâmica de cada intervenção disciplinar.

Aqui, podemos todos – Direção, Coordenação, Corpo Docente, Funcionários, Alunos e Familiares – estabelecer laços afetivos e pensar e desenvolver valores éticos e morais.

A integração e articulação dos conhecimentos em processo permanente de reflexão,  interdisciplinaridade e contextualização, possibilitam aprendizagens significativas. Mas é importante não esquecer… todo e qualquer resultado é sempre espelho daquilo que fazemos.

 

Fotos

Mãe

                                        São três letras apenas
As desse nome bendito
Também o Céu tem três letras
E nelas cabe o infinito

Para louvar nossa mãe
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra bem pequenina
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do céu
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

Textos e Links

 

O VESTIDO AZUL

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.
O professor ficou penalizado com a situação da menina.
“Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?”.
Separou algum dinheiro do seu salário e embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou: “Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim.”
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.

A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo vestido azul.
Faça a sua parte.

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